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domingo, 14 de janeiro de 2018

Portas Abertas divulga nova lista mundial da perseguição; confira

 
A Lista analisa a vida privada e pública dos cristãos em dezenas de países. Por meio de pesquisas e cruzamento de dados, ela fornece um panorama preciso das dificuldades que os cristãos enfrentam. Estima-se que hoje, mais de 215 milhões de cristãos são perseguidos ao redor do mundo por causa da fé.
Os relatórios da equipe de pesquisa constataram que a opressão vivida pelos cristãos está crescendo de uma forma geral, apesar de as formas de perseguição variarem conforme cada região.
A lista é uma referência quando o assunto é a Igreja Perseguida ao redor do mundo.
1. Coreia do Norte
2. Afeganistão
3. Somália
4. Sudão
5. Paquistão
6. Eritreia
7. Líbia
8. Iraque
9. Iêmen
10. Irã
11. Índia
12. Arábia Saudita
13. Maldivas
14. Nigéria
15. Síria
16. Uzbequistão
17. Egito
18. Vietnã
19. Turcomenistão
20. Laos
21. Jordânia
22. Tajiquistão
23. Malásia
24. Mianmar
25. Nepal
26. Brunei
27. Catar
28. Cazaquistão
29. Etiópia
30. Tunísia
31. Turquia
32. Quênia
33. Butão
34. Kuwait
35. República Centro-Africana
36. Territórios Palestinos
37. Mali
38. Indonésia
39. México
40. Emirados Árabes Unidos
41. Bangladesh
42. Argélia
43. China
44. Sri Lanka
45. Azerbaijão
46. Omã
47. Mauritânia
48. Bahrein
49. Colômbia
50. Djibuti

Cristãos bolivianos temem que lei criminalize o evangelismo

 
Pastores se reuniram para orar na Praça Murillo, na cidade de La Paz, capital da Bolívia
Líderes evangélicos se uniram para pedir a anulação do novo Código do Sistema Penal da Bolívia. No entendimento deles o artigo 88 que prevê 7 a 12 anos de prisão para quem incentivar pessoas a participarem de organizações religiosas ou de culto, pode ser usado como pretexto para a perseguição religiosa.
“Será sancionado com prisão de sete (7) a doze (12) anos e reparo financeiro a pessoa que, por ele próprio ou por terceiros, capture, transporte, transfira, prive de liberdade, acolha ou receba pessoas com o fim de fazer o recrutamento de pessoas para sua participação em conflitos armados ou organizações religiosas ou de culto”, diz o texto do novo Código Penal.
O novo Código Penal, que ainda está em fase de aprovação, silenciaria quase dois milhões de bolivianos evangélicos, que representam 19% da população.
Nesta segunda-feira (8), líderes evangélicos se reuniram na Praça Murillo, na cidade de La Paz, capital da Bolívia, para pedir a revogação do novo Código Penal diante do Palácio do Governo e da Assembleia Legislativa. Os pastores também aproveitaram a ocasião para orar pela liberdade religiosa no país.
“Quer dizer que se levarmos uma pessoa ou um grupo para um acampamento, eles irão nos denunciar? Não poderei sair para pregar o Evangelho?”, questionou o pastor Miguel Machaca Monroy, presidente das Igrejas Evangélicas de La Paz.
O pastor afirma que o novo artigo prejudica sua atuação, “especialmente na ajuda aos necessitados e na restauração de lares disfuncionais”, e afeta também seu trabalho de “atrair, acolher e ajudar as pessoas aprisionadas em vícios como o alcoolismo e a toxicodependência”.
A secretaria-geral da Conferência Episcopal da Igreja Católica na Bolívia também criticou o novo Código Penal através de um comunicado oficial emitido nesta terça-feira (9), alegando que seu texto foi feito “sob medida para os interesses do poder”.
Segundo o conglomerado de clérigos, os artigos “violam os direitos humanos e cidadãos fundamentais” e representam “um revés para os valores democráticos conquistados pela sociedade boliviana”.
Os cristãos não são os únicos a protestarem contra o novo Código Penal de Evo Morales, mas também os jornalistas. Os artigos 309, 310 e 311 tornam crimes qualquer tipo de “insulto, calúnia e difamação” e até mesmo a publicação de “segredos” nos meios de comunicação, violando a Lei de Imprensa e a própria Constituição.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Pastor sobrevive a bomba em atentado terrorista

 

"Deus me deu mais tempo. Colocou seu carimbo no meu ministério”, afirma Joseph.

O pastor estava saindo de casa para ir à igreja. Entrou em seu carro, colocou as chaves na ignição e deu a partida como fez muitas vezes antes. Acabou surpreendido por uma explosão que incendiou o carro, envolvendo-o em chamas.
“Eu estava totalmente confuso, já não conseguia mais ver”, lembra o pastor Joseph, que vive em Bagdá, capital do Iraque. Desorientado, temporariamente cego e em estado de choque, ele diz que ouvia uma mulher gritando: “Este homem está morrendo!”.
Joseph pensou que era o seu fim, mas milagrosamente ele sobreviveu ao atentado contra sua vida, planejado por terroristas islâmicos. Acabou sendo retirado dos escombros por pessoas que passavam por ali.
“O carro ficou quase totalmente destruído, exceto o meu assento”, relata Joseph. “Não tive grandes danos. O carro estava em chamas, mas eu não me queimei. Nada me tocou, não perdi nem uma gota de sangue”, relata, afirmando que a única explicação possível é a intervenção divina.
O jovem pastor vive em um país onde a sete anos bombas explodem em locais públicos com grande frequência e os radicais islâmicos lutam pelo controle de mais territórios. “Deus me deu mais tempo. Colocou seu carimbo no meu ministério, Ele disse: “Vá em frente”. Deus me encorajou naquele dia”, comemora.
O Estado islâmico assumiu o controle de grandes partes do Iraque ao mesmo tempo que muçulmanos começaram a se converter a Cristo em números surpreendentes. Para Joseph, Deus o poupou pois queria que ele ficasse em Bagdá.
“Quando me perguntam por que continuo morando com minha família em Bagdá, lhes conto essa história”, explica. “Há violência em todos os lugares, perseguição em todos os lugares. Nós sofremos as mesmas coisas que todas as pessoas daqui, mas queremos estar com eles”.
Obviamente, a experiência renovou a fé do líder cristão. “Sei que Deus está comigo a cada momento”, comemora. Ele, a esposa e os dois filhos lutam com dificuldades em uma região onde a maioria dos cristãos foi assassinada ou fugiu. Mas ele relata que há muitos novos convertidos em sua igreja.
“Nós gostamos de ser como uma Menorá [candelabro judaico]. Somos um pequeno grupo, mas confiamos em nosso Deus. Ele pode nos usar. Vemos que todos aqui estão buscando paz, amor e esperança. Nós, como igreja, vamos compartilhar a fonte dessas coisas. Quando começamos a falar sobre isso, eles prestam 
Fonte: Gospel Prime

Garçonete pentecostal é demitida após pedir para usar saia no trabalho

 

Funcionária reclama de perseguição religiosa após afirmar que não desejava usar calça

Uma garçonete filha de pastores pentecostais abriu um ação judicial contra a cadeia de restaurantes Georgia Blue. Ela alega que foi sumariamente demitida após ter pedido para usar saia em vez de jeans por uma “questão religiosa”.
Seguindo o padrão de vestimenta ensinado em sua denominação, Kaetoya Watkins, filha de Sam e Carla Watkins, que lideram a Igreja Pentecostal Unida de Natchez, Mississippi, afirma que sentia-se desconfortável com as calças apertadas que as demais garçonetes usavam.
Em um pedido junto à Comissão de Igualdade de Emprego, no processo iniciado em outubro de 2015, Kaetoya afirma que explicou ao gerente do restaurante sobre suas convicções religiosas.
Mas logo que começou a trabalhar na Georgia Blue, ela pediu para usar saia ou um vestido e acabou sendo mandada embora pois a empresa impunha o que chamava de “código de vestuário”.
Segundo as leis americanas, a imposição de um vestuário que não seja uniforme viola a Lei de Direitos Civis, de 1964. A Comissão de Igualdade de Emprego é uma agência pública, ligada ao governo dos EUA, que analisa violações dos direitos dos empregados. No primeiro parecer, alega que a rede Georgia Blue está discriminando funcionários em função de suas crenças religiosas.
“A maioria das questões religiosas podem ser resolvidas sem grandes custos, como permitir que um empregado use saia ao invés de calças”, disse a procuradora regional da Comissão Marsha L. Rucker. “Teria sido simples se o restaurante deixasse a senhora Watkins usar uma saia longa no trabalho. Nenhum trabalhador deve ser forçado a escolher entre seu trabalho ou suas convicções religiosas”.
Em sua defesa, J. William Manuel, advogado da Georgia Blue, disse que a rede não discriminou a filha do pregador devido às suas crenças pentecostais, mas não revelou qual seria o motivo da demissão. Com 
Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Supremo autoriza ensino religioso nas escolas públicas; saiba mais

 
Ministra Cármen Lúcia defendeu que “pode-se ter conteúdo confessional em matérias não obrigatórias nas escolas (públicas)”
O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (27), por 6 votos a 5, que o ensino religioso nas escolas públicas pode ter natureza confessional, isto é, que as aulas podem seguir os ensinamentos de uma religião específica.
O julgamento ficou empatado até o último momento, sendo decidido pelo voto da presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, para quem “pode-se ter conteúdo confessional em matérias não obrigatórias nas escolas (públicas)”. Ela considerou não haver na autorização conflito com a laicidade do Estado, conforme preconiza a Constituição, uma vez que a disciplina deve ser ofertada em caráter estritamente facultativo.
O tema foi debatido por quatro sessões plenárias ao longo das últimas semanas. Ao ser aberto o julgamento desta quarta-feira, o placar era de 5 a 3 a favor do ensino confessional. Após os votos dos ministros Marco Aurélio Mello e Celso de Mello, o resultado ficou empatado em 5 a 5.
“O ensino religioso nas escolas públicas não pode nem deve ser confessional ou interconfessional, pois a não confessionalidade do ensino religioso na escola pública traduz consequência necessária do postulado inscrito na nossa vigente Constituição, da laicidade do Estado Republicano brasileiro”, afirmou o decano da Corte, Celso de Mello, na sessão desta quarta.
Votaram pelo ensino não confessional nas escolas públicas o relator, ministro Luís Roberto Barroso, e os ministros Luiz Fux, Rosa Weber, Marco Aurélio Mello e Celso de Mello.
Além de Cármen Lúcia, votaram a favor de permitir o modelo confessional de ensino religioso os ministros Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski.
Pela tese vencedora, o ensino religioso nas escolas públicas deve ser estritamente facultativo, sendo ofertado dentro do horário normal de aula. Fica autorizada também a contratação de representantes de religiões para ministrar as aulas. O julgamento não tratou do ensino religioso em escolas particulares, que fica a critério de cada instituição.
Processo
A ação foi proposta pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em 2010, pela então vice-procuradora Déborah Duprat. Segundo entendimento da procuradoria, que acabou derrotado, o ensino religioso só poderia ser oferecido se o conteúdo programático da disciplina consistisse na exposição “das doutrinas, práticas, histórias e dimensão social das diferentes religiões”, sem que o professor privilegiasse nenhum credo.
Para a procuradora, o ensino religioso no país aponta para a adoção do “ensino da religião católica”, fato que afronta o princípio constitucional da laicidade. O ensino religioso está previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Decreto 7.107/2010, acordo assinado entre o Brasil e o Vaticano para o ensino do tema.

Sri Lanka: Monges budistas reúnem quase 2 mil pessoas e atacam igrejas

 
Ataques de grupos budistas radicais contra cristãos e igrejas são frequentes no Sri Lanka. País ocupa o 45º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2017
Em abril e maio deste ano cristãos da cidade de Devinuwara, no distrito de Matara, no sul do Sri Lanka tem sido duramente perseguidos e atacados por monges budistas. Segundo colaboradores do Portas Abertas, tudo acontece com o conhecimento da polícia local e com a participação de populares.
No dia 23 de abril, por volta das 9h, 30 monges budistas, juntamente com parte da população local, cercaram as instalações de uma igreja na cidade de Devinuwara. A multidão ameaçou a vida dos presentes, tomou as Bíblias das mulheres e avisou que iam destruir a igreja se as celebrações não fossem interrompidas. O pastor não estava na igreja no momento do ataque, mas após esse episódio recebeu informações confiáveis ​​de que havia outro ataque planejado.
Em 18 de maio, cerca de 1.500 a 2.000 pessoas, lideradas por dezenas de monges budistas, realizaram uma grande manifestação na localidade. As lojas fecharam e bandeiras negras foram penduradas pela cidade. Mais uma vez a multidão ameaçou destruir a igreja. O protesto foi bem organizado e feito com o conhecimento da polícia local. O incidente foi gravado e colocado no Facebook.
No dia 21 de maio, durante o culto dominical, cerca de cinco mulheres entraram na igreja e interromperam a celebração gritando e ameaçando a vida dos presentes.
O Sri Lanka ocupa o 45º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2017. Os grupos budistas radicais ainda estão muito presentes no país, mas atualmente pararam de atacar as minorias religiosas. No entanto, os mobs (grupos geralmente liderados por monges budistas) continuam interrompendo as atividades da igreja. Uma nova ênfase no budismo como religião predominante parece surgir na nova Constituição.
Pedidos de oração: Ore pelas comunidades cristãs e pela Igreja Perseguida no Sri Lanka. Peça por proteção e consolo do Senhor. Interceda pelos perseguidores da região. Que eles conheçam o amor de Deus revelado em Jesus Cristo e sejam transformados pelo Espírito Santo. Coloque em oração os governantes do país para que sejam cheios da sabedoria que vem do verdadeiro Deus.

Na Nigéria, crise no Cinturão Médio mata mais que o Boko Haram

 
Na Nigéria, não é apenas o nordeste, dominado pelo grupo extremista Boko Haram, que testemunha forte violência. O Cinturão Médio do país também é cenário de constante violência entre fazendeiros (em sua maioria cristãos) e os pastores de cabras da etnia hausa-fulani (majoritariamente muçulmanos). O Cinturão Médio divide o norte muçulmano e o sul cristão do país. Muitos especialistas sobre a Nigéria acreditam que a violência lá seja responsável por mais mortes que o Boko Haram.
Um relatório do Grupo de Crise Internacional (organização não-governamental que trabalha na resolução de conflitos) aponta que os governos federal e estadual da região não têm sido eficazes no combate à violência. “O governo federal geralmente envia a polícia federal ou o exército para áreas atacadas, mas essas forças não têm logística para uma ação rápida”, diz o relatório.
Casos de inoperância do governo
Em fevereiro de 2016, depois de muitas mortes no estado de Benue, o presidente mandou abrir um inquérito prometendo que “assim que estiver concluído, vamos atuar imediatamente na raiz do problema”. Não houve nenhum anúncio público dos desdobramentos da investigação.
Um especialista nigeriano, Professor Yusufu Turaki, diz que isso se tornou uma cultura do governo:  “Faz algum barulho no começo, parece sério, todos acreditam que realmente vai fazer alguma coisa, mas na verdade não tem a intenção de fazer nada”.
O líder cristão Joseph Bagobiri, que contou mais de 800 mortes entre 2011 e 2016, acusa o governo de favorecer os pastores de cabras para desapontamento da maioria de cristãos indígenas do sul. Ore pela paz e pela justiça de Deus nessa região de conflitos.
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