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domingo, 4 de fevereiro de 2018

Mais de 100 cristãos são submetidos a “lavagem cerebral” em campos comunistas da China

 
Membros de várias igrejas foram enviados para os campos de "reeducação" sem saber quando voltam. (Foto: Reprodução).
Os cristãos foram levados para campos de 'reeducação', onde são ensinados a serem leais à ideologia comunista.
Mais de 100 cristãos foram enviados para campos de "reeducação" na região de Uyghur do noroeste da China, nos últimos meses. As informações são do World Watch Monitor. Nesses campos, também conhecidos como "centros de estudo" ou "centros de transformação mental", ensinam-se a ser leais à ideologia comunista.
A maioria dos cristãos que foram detidos moravam em um lugar onde há muitos membros da etnia Uyghur, que por sua vez são de formação muçulmana. Nos últimos anos, os moradores dessa localidade foram os principais alvos da campanha "anti-terrorista" do governo, visando reprimir grupos que condiziam com outras ideias que não fossem da linha comunista.
Aqueles que se converteram ao cristianismo também foram apanhados na repressão.
Uma fonte disse ao World Watch Monitor que os membros de sua igreja foram enviados para um desses campos sem saber quando voltariam. Alguns permaneceram lá por um mês, outros por meio ano ou até mais, disse a fonte. As famílias cristãs foram separadas, pois os pais eram levados para a "reeducação".
Uma mulher, casada com um líder de uma comunidade com muitos cristãos de origem muçulmana, disse ao World Watch Monitor: "Não sei onde está meu marido agora, mas acredito que Deus ainda o usa nas prisões ou nos campos. Às vezes, fico preocupada que ele não tenha roupas suficientes para se aquecer na prisão", ressalta.
"Eu tenho medo que isso também afete meus filhos", disse outra mulher cujo marido foi levado para reeducação e que agora presta apoio a outras mulheres em sua situação. "O professor da escola está ajudando meus filhos depois que as autoridades disseram à escola sobre o meu marido", acrescentou.
Área mais controlada do mundo
Xinjiang é agora a área mais intensamente vigiada no mundo, de acordo com um relatório do Wall Street Journal. "Há carros blindados na rua, estações de polícia em todos os cantos e toneladas de câmeras de vigilância", informou.
Os cristãos sofrem forte repressão por discordarem das autoridades. Por isso, muitos são presos ou acabam sendo enviados forçadamente para os campos de "reeducação".

Arqueólogos encontram piscina onde eunuco etíope foi batizado por Filipe

 
A piscina da Era Bizantina foi descoberta em Ein Hanya, perto de Jerusalém. (Foto: Assaf Peretz/Autoridade de Antiguidades de Israel)
Ein Hanya foi considerado o local onde o eunuco etíope foi batizado pelo evangelista Filipe, conforme é descrito em Atos 8:26-40.

Arqueólogos desenterraram uma piscina antiga perto de Jerusalém, onde o evangelista Filipe teria batizado o eunuco etíope. A descoberta faz parte de um parque natural que foi inaugurado na última quarta-feira (31) após cinco anos de escavações em Ein Hanya, nas montanhas da Judeia.
Além da piscina antiga, a Autoridade de Antiguidades de Israel revelou outras importantes descobertas bíblicas, como o capitel (extremidade superior de uma coluna) típico das estruturas reais da era do Primeiro Templo e uma das moedas mais antigas já descoberta em Jerusalém.
O achado mais significativo foi o grande sistema de piscinas da Era Bizantina encontrado no local. “Esta piscina foi construída no centro de um complexo espaçoso aos pés de uma igreja que ficava aqui. Colunatas cobertas foram construídas ao redor da piscina para dar acesso às asas residenciais”, disse a diretora da escavação, Irina Zilberbod.
Zilberbod acrescentou que a piscina pode ter sido usada para vários fins como irrigação, banhos, paisagismo e cerimônias batismais.
“Alguns comentaristas cristãos identificaram Ein Hanya como o local onde o eunuco etíope foi batizado, conforme é descrito em Atos 8:26-40”, disse o arqueólogo israelense Yuval Baruch.
“O batismo do eunuco por Filipe foi um dos eventos-chave na propagação do cristianismo. Portanto, identificar o lugar onde isso aconteceu manteve os estudiosos ocupados por muitas gerações e se tornou um ponto comum na arte cristã”, completou Baruch.

A piscina foi descoberta em Ein Hanya, perto de Jerusalém. (Foto: 
Assaf Peretz/Autoridade de Antiguidades de Israel)
Muitos dos achados pelos arqueólogos foram datados na época do Primeiro Templo, cerca de 2.400 a 2.800 anos atrás. O principal achado desse período é o fragmento de um capitel — um elemento artístico típico das estruturas e propriedades dos reis daquele período.
Os arqueólogos estimam que Ein Hanya pode ter sido uma propriedade real durante o período do Primeiro Templo. “Depois da destruição do Primeiro Templo, o assentamento foi transformado em uma propriedade que era habitada por judeus”, disse a Autoridade de Antiguidades de Israel.
Outra descoberta significativa desse período é uma rara dracma grega, descrita como uma das moedas mais antigas descobertas em Jerusalém, datada entre 420 e 390 a.C.
Mais moedas, cerâmicas, vidros, telhas e peças de mosaico do período bizantino foram descobertos na escavação, levando os arqueólogos a dizer que foi durante esse período (séculos 4 a 6 d.C) que o local atingiu seu apogeu.
As escavações e trabalhos de conservação foram realizadas entre 2012 e 2016. O local faz parte do Parque Nacional do Vale de Refaim, a sudoeste de Jerusalém, e será aberto ao público gratuitamente dentro de alguns meses.

Muçulmana sonha com Jesus após tentar suicídio e tem a vida transformada

 
Imagem ilustrativa. Hoje Asmath faz parte de uma igreja subterrânea, onde os cristãos se reúnem em secreto para não serem presos. (Foto: Reprodução).
Depois de pular da ponte, Asmath foi resgatada e evangelizada por cristãos que realizavam um batismo no mesmo rio.

Asmath foi criada em um país predominantemente muçulmano, na Ásia Central. Ela nunca conheceu seu pai biológico. Cinco meses antes de nascer, ele se divorciou da mãe e saiu da casa. Quando tinha apenas três anos, sua mãe se casou, mas seu padrasto se recusou a aceitá-la, então foi entregue a orfanato. Ela cresceu lá de acordo com os princípios do Islã, e aprendeu a praticar todos os rituais exigidos.

Quando chegou aos 20 anos, um homem muito mais velho perguntou ao orfanato se ele poderia se casar com a jovem. Ele tinha 60 anos, outras esposas e filhos mais velhos do que Asmath. Mesmo assim, os funcionários do orfanato disseram-lhe que ela tinha pouca escolha senão casar com ele. Após tantos anos de isolamento e solidão, ela decidiu aceitar a proposta.
Mas o homem teve um problema cardíaco e morreu dois meses depois do casamento. Após o funeral, seus filhos forçaram-na a deixar sua casa, dizendo que não era mais dela. Então, Asmath  decidiu pôr um fim em sua vida. Ela encontrou o que parecia ser o caminho perfeito: pular de uma ponte alta em um rio profundo.

Em uma aldeia perto das margens do mesmo rio, muitas famílias muçulmanas tinham aceitado Jesus Cristo em suas vidas sob o ministério de uma igreja subterrânea. Os aldeões, incluindo o líder da igreja, o pastor Hamad e sua família, vivem em casas nada modernas. As margens do rio servem para a maioria de suas "necessidades primárias", e o pastor Hamad batiza novos crentes no mesmo rio.
Ele sempre realiza cultos de batismo de manhã cedo para evitar os olhos das autoridades e dos vizinhos muçulmanos radicais. No início de uma manhã, quando os membros da igreja se preparavam para outro desses cultos, eles notaram o corpo de uma jovem mulher deitada submersa perto da costa do rio. 

Correndo para arrastar o corpo para fora da água, descobriram que ela ainda estava respirando.
Enquanto alguns oravam, o pastor Hamad pressionou seu peito, até que a água começou a jorrar de sua boca. Ele então respirou dentro dela enquanto outros esfregavam os pés e as palmas das mãos para aquecê-la. Ela gradualmente começou a respirar melhor, abriu os olhos e começou a falar. Eles entenderam que ela havia saltado da ponta e disseram que só o Senhor poderia protegê-la. Com os crentes se juntando, o pastor orou por ela.

Ele então deu uma breve mensagem do Evangelho a todos reunidos, explicando a salvação que só é possível em Jesus Cristo e a importância do batismo. Ele então batizou cinco pessoas, com Asmath ouvindo atentamente e observando tudo o que aconteceu.
Quando o culto terminou, eles a trouxeram de volta para a igreja, onde participaram de uma alegre Ceia do Senhor. Ela continuava observando tudo. Naquela noite, Jesus veio a Asmath em um sonho. "Não temas. 

Eu sou seu Senhor e Deus ", ele disse para ela. "Eu sou o único que pode ser sua ajuda nos tempos de problemas. E eu sou a vida e a ressurreição".
Então ele mostrou suas mãos pregadas. "Veja, eu sofri isso por você", disse ele. "Porque eu coloquei você nas palmas das minhas mãos. Tenha fé em mim". Ela sabia que era o Senhor Jesus que a resgatou e agora ofereceu nova vida. No dia seguinte, ela compartilhou seu sonho - assim como sua história - para o pastor e aceitou Jesus como seu salvador pessoal e Senhor.

Asmath agora estuda a palavra de Deus e ajuda com os ministérios da igreja. Ela recentemente pediu para ser batizada, o que aconteceu na semana passada. Os crentes do país de Asmath frequentam igrejas subterrâneas e adoram a Deus de forma secreta devido à perseguição religiosa. Acusações de blasfêmia ocorrem regularmente e podem resultar em punição severa ou morte.

domingo, 14 de janeiro de 2018

Portas Abertas divulga nova lista mundial da perseguição; confira

 
A Lista analisa a vida privada e pública dos cristãos em dezenas de países. Por meio de pesquisas e cruzamento de dados, ela fornece um panorama preciso das dificuldades que os cristãos enfrentam. Estima-se que hoje, mais de 215 milhões de cristãos são perseguidos ao redor do mundo por causa da fé.
Os relatórios da equipe de pesquisa constataram que a opressão vivida pelos cristãos está crescendo de uma forma geral, apesar de as formas de perseguição variarem conforme cada região.
A lista é uma referência quando o assunto é a Igreja Perseguida ao redor do mundo.
1. Coreia do Norte
2. Afeganistão
3. Somália
4. Sudão
5. Paquistão
6. Eritreia
7. Líbia
8. Iraque
9. Iêmen
10. Irã
11. Índia
12. Arábia Saudita
13. Maldivas
14. Nigéria
15. Síria
16. Uzbequistão
17. Egito
18. Vietnã
19. Turcomenistão
20. Laos
21. Jordânia
22. Tajiquistão
23. Malásia
24. Mianmar
25. Nepal
26. Brunei
27. Catar
28. Cazaquistão
29. Etiópia
30. Tunísia
31. Turquia
32. Quênia
33. Butão
34. Kuwait
35. República Centro-Africana
36. Territórios Palestinos
37. Mali
38. Indonésia
39. México
40. Emirados Árabes Unidos
41. Bangladesh
42. Argélia
43. China
44. Sri Lanka
45. Azerbaijão
46. Omã
47. Mauritânia
48. Bahrein
49. Colômbia
50. Djibuti

Cristãos bolivianos temem que lei criminalize o evangelismo

 
Pastores se reuniram para orar na Praça Murillo, na cidade de La Paz, capital da Bolívia
Líderes evangélicos se uniram para pedir a anulação do novo Código do Sistema Penal da Bolívia. No entendimento deles o artigo 88 que prevê 7 a 12 anos de prisão para quem incentivar pessoas a participarem de organizações religiosas ou de culto, pode ser usado como pretexto para a perseguição religiosa.
“Será sancionado com prisão de sete (7) a doze (12) anos e reparo financeiro a pessoa que, por ele próprio ou por terceiros, capture, transporte, transfira, prive de liberdade, acolha ou receba pessoas com o fim de fazer o recrutamento de pessoas para sua participação em conflitos armados ou organizações religiosas ou de culto”, diz o texto do novo Código Penal.
O novo Código Penal, que ainda está em fase de aprovação, silenciaria quase dois milhões de bolivianos evangélicos, que representam 19% da população.
Nesta segunda-feira (8), líderes evangélicos se reuniram na Praça Murillo, na cidade de La Paz, capital da Bolívia, para pedir a revogação do novo Código Penal diante do Palácio do Governo e da Assembleia Legislativa. Os pastores também aproveitaram a ocasião para orar pela liberdade religiosa no país.
“Quer dizer que se levarmos uma pessoa ou um grupo para um acampamento, eles irão nos denunciar? Não poderei sair para pregar o Evangelho?”, questionou o pastor Miguel Machaca Monroy, presidente das Igrejas Evangélicas de La Paz.
O pastor afirma que o novo artigo prejudica sua atuação, “especialmente na ajuda aos necessitados e na restauração de lares disfuncionais”, e afeta também seu trabalho de “atrair, acolher e ajudar as pessoas aprisionadas em vícios como o alcoolismo e a toxicodependência”.
A secretaria-geral da Conferência Episcopal da Igreja Católica na Bolívia também criticou o novo Código Penal através de um comunicado oficial emitido nesta terça-feira (9), alegando que seu texto foi feito “sob medida para os interesses do poder”.
Segundo o conglomerado de clérigos, os artigos “violam os direitos humanos e cidadãos fundamentais” e representam “um revés para os valores democráticos conquistados pela sociedade boliviana”.
Os cristãos não são os únicos a protestarem contra o novo Código Penal de Evo Morales, mas também os jornalistas. Os artigos 309, 310 e 311 tornam crimes qualquer tipo de “insulto, calúnia e difamação” e até mesmo a publicação de “segredos” nos meios de comunicação, violando a Lei de Imprensa e a própria Constituição.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Pastor sobrevive a bomba em atentado terrorista

 

"Deus me deu mais tempo. Colocou seu carimbo no meu ministério”, afirma Joseph.

O pastor estava saindo de casa para ir à igreja. Entrou em seu carro, colocou as chaves na ignição e deu a partida como fez muitas vezes antes. Acabou surpreendido por uma explosão que incendiou o carro, envolvendo-o em chamas.
“Eu estava totalmente confuso, já não conseguia mais ver”, lembra o pastor Joseph, que vive em Bagdá, capital do Iraque. Desorientado, temporariamente cego e em estado de choque, ele diz que ouvia uma mulher gritando: “Este homem está morrendo!”.
Joseph pensou que era o seu fim, mas milagrosamente ele sobreviveu ao atentado contra sua vida, planejado por terroristas islâmicos. Acabou sendo retirado dos escombros por pessoas que passavam por ali.
“O carro ficou quase totalmente destruído, exceto o meu assento”, relata Joseph. “Não tive grandes danos. O carro estava em chamas, mas eu não me queimei. Nada me tocou, não perdi nem uma gota de sangue”, relata, afirmando que a única explicação possível é a intervenção divina.
O jovem pastor vive em um país onde a sete anos bombas explodem em locais públicos com grande frequência e os radicais islâmicos lutam pelo controle de mais territórios. “Deus me deu mais tempo. Colocou seu carimbo no meu ministério, Ele disse: “Vá em frente”. Deus me encorajou naquele dia”, comemora.
O Estado islâmico assumiu o controle de grandes partes do Iraque ao mesmo tempo que muçulmanos começaram a se converter a Cristo em números surpreendentes. Para Joseph, Deus o poupou pois queria que ele ficasse em Bagdá.
“Quando me perguntam por que continuo morando com minha família em Bagdá, lhes conto essa história”, explica. “Há violência em todos os lugares, perseguição em todos os lugares. Nós sofremos as mesmas coisas que todas as pessoas daqui, mas queremos estar com eles”.
Obviamente, a experiência renovou a fé do líder cristão. “Sei que Deus está comigo a cada momento”, comemora. Ele, a esposa e os dois filhos lutam com dificuldades em uma região onde a maioria dos cristãos foi assassinada ou fugiu. Mas ele relata que há muitos novos convertidos em sua igreja.
“Nós gostamos de ser como uma Menorá [candelabro judaico]. Somos um pequeno grupo, mas confiamos em nosso Deus. Ele pode nos usar. Vemos que todos aqui estão buscando paz, amor e esperança. Nós, como igreja, vamos compartilhar a fonte dessas coisas. Quando começamos a falar sobre isso, eles prestam 
Fonte: Gospel Prime

Garçonete pentecostal é demitida após pedir para usar saia no trabalho

 

Funcionária reclama de perseguição religiosa após afirmar que não desejava usar calça

Uma garçonete filha de pastores pentecostais abriu um ação judicial contra a cadeia de restaurantes Georgia Blue. Ela alega que foi sumariamente demitida após ter pedido para usar saia em vez de jeans por uma “questão religiosa”.
Seguindo o padrão de vestimenta ensinado em sua denominação, Kaetoya Watkins, filha de Sam e Carla Watkins, que lideram a Igreja Pentecostal Unida de Natchez, Mississippi, afirma que sentia-se desconfortável com as calças apertadas que as demais garçonetes usavam.
Em um pedido junto à Comissão de Igualdade de Emprego, no processo iniciado em outubro de 2015, Kaetoya afirma que explicou ao gerente do restaurante sobre suas convicções religiosas.
Mas logo que começou a trabalhar na Georgia Blue, ela pediu para usar saia ou um vestido e acabou sendo mandada embora pois a empresa impunha o que chamava de “código de vestuário”.
Segundo as leis americanas, a imposição de um vestuário que não seja uniforme viola a Lei de Direitos Civis, de 1964. A Comissão de Igualdade de Emprego é uma agência pública, ligada ao governo dos EUA, que analisa violações dos direitos dos empregados. No primeiro parecer, alega que a rede Georgia Blue está discriminando funcionários em função de suas crenças religiosas.
“A maioria das questões religiosas podem ser resolvidas sem grandes custos, como permitir que um empregado use saia ao invés de calças”, disse a procuradora regional da Comissão Marsha L. Rucker. “Teria sido simples se o restaurante deixasse a senhora Watkins usar uma saia longa no trabalho. Nenhum trabalhador deve ser forçado a escolher entre seu trabalho ou suas convicções religiosas”.
Em sua defesa, J. William Manuel, advogado da Georgia Blue, disse que a rede não discriminou a filha do pregador devido às suas crenças pentecostais, mas não revelou qual seria o motivo da demissão. Com 
Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Supremo autoriza ensino religioso nas escolas públicas; saiba mais

 
Ministra Cármen Lúcia defendeu que “pode-se ter conteúdo confessional em matérias não obrigatórias nas escolas (públicas)”
O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (27), por 6 votos a 5, que o ensino religioso nas escolas públicas pode ter natureza confessional, isto é, que as aulas podem seguir os ensinamentos de uma religião específica.
O julgamento ficou empatado até o último momento, sendo decidido pelo voto da presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, para quem “pode-se ter conteúdo confessional em matérias não obrigatórias nas escolas (públicas)”. Ela considerou não haver na autorização conflito com a laicidade do Estado, conforme preconiza a Constituição, uma vez que a disciplina deve ser ofertada em caráter estritamente facultativo.
O tema foi debatido por quatro sessões plenárias ao longo das últimas semanas. Ao ser aberto o julgamento desta quarta-feira, o placar era de 5 a 3 a favor do ensino confessional. Após os votos dos ministros Marco Aurélio Mello e Celso de Mello, o resultado ficou empatado em 5 a 5.
“O ensino religioso nas escolas públicas não pode nem deve ser confessional ou interconfessional, pois a não confessionalidade do ensino religioso na escola pública traduz consequência necessária do postulado inscrito na nossa vigente Constituição, da laicidade do Estado Republicano brasileiro”, afirmou o decano da Corte, Celso de Mello, na sessão desta quarta.
Votaram pelo ensino não confessional nas escolas públicas o relator, ministro Luís Roberto Barroso, e os ministros Luiz Fux, Rosa Weber, Marco Aurélio Mello e Celso de Mello.
Além de Cármen Lúcia, votaram a favor de permitir o modelo confessional de ensino religioso os ministros Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski.
Pela tese vencedora, o ensino religioso nas escolas públicas deve ser estritamente facultativo, sendo ofertado dentro do horário normal de aula. Fica autorizada também a contratação de representantes de religiões para ministrar as aulas. O julgamento não tratou do ensino religioso em escolas particulares, que fica a critério de cada instituição.
Processo
A ação foi proposta pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em 2010, pela então vice-procuradora Déborah Duprat. Segundo entendimento da procuradoria, que acabou derrotado, o ensino religioso só poderia ser oferecido se o conteúdo programático da disciplina consistisse na exposição “das doutrinas, práticas, histórias e dimensão social das diferentes religiões”, sem que o professor privilegiasse nenhum credo.
Para a procuradora, o ensino religioso no país aponta para a adoção do “ensino da religião católica”, fato que afronta o princípio constitucional da laicidade. O ensino religioso está previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Decreto 7.107/2010, acordo assinado entre o Brasil e o Vaticano para o ensino do tema.
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