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terça-feira, 16 de maio de 2017

Deputado envia projeto de lei para terminar com franquia também nos dados móveis

 
Alteração na Lei nº 9.472, de 1997 pretende garantir o direito de acumular e usufruir dos volumes da dados de sua conexão à internet

Se aprovada, a proposta fará com que os usuários acumulem o saldo de um mês para outro, o que agora não acontece, os usuários perdem todo saldo em caso de não o utilizarem no respectivo mês.
O projeto foi apresentado pelo Senador Dário Berger, do partido PMDB do estado de Santa Catarina, cujo objetivo é criar uma alternativa mais justa e econômica para a utilização das franquias de acesso.
Segundo Berger, o que vem acontecendo no momento não é justo com o consumidor, pois o mesmo paga pela determinada quantidade de dados e tem direito de usá-la como desejar, não podendo ser estipulado prazo máximo de um mês, caso o consumidor deseje economizar ou não utilizar por qualquer outro motivo, não pode ser prejudicado.
Confira também: o nosso especial sobre a limitação da banda larga fixa no Brasil.
Caso o projeto n º 110 do Senado seja aprovado, será feita uma alteração na Lei nº 9.472, de 1997, garantindo aos usuários dos serviços de telecomunicações o direito de acumular e usufruir, a qualquer tempo, o saldo do volume de dados de sua conexão à internet em banda larga móvel não consumindo o mês contratado.
A respectiva lei prevê tanto os direitos e deveres dos consumidores como da companhia que presta o serviço, fixando regras e formando conselhos, além de outros regulamentos da operação. A proposta é viável para o Senador e obteve adesão popular com 1,9 mil opiniões favoráveis, contabilizando os votos no portal e-Cidadania.
Está agora em tramitação na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (Secretaria de Apoio à Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática) e caso seja aprovada, a proposta do Senador Dário Berger segue para aprovação na Câmara de Deputados.
O SindiTelebrasil, sindicato das empresas do setor disse que não vai falar sobre o assunto pois o projeto ainda está em tramitação.
As operadoras de telefonia vêm aplicando desde 2014 o sistema de franquias de banda larga móvel no Brasil, sendo que na semana passada tentaram implementar um sistema de banda larga fixa quanto à franquia de dados, que foi proibida pelo menos por enquanto pelo Ministério Público Federal.
E você, gostaria de ter o saldo acumulado? Seria esta proposta uma forma das operadoras terem um respaldo para aumentar ainda mais o valor do MB transferido? 

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Secretaria de Saúde descarta caso suspeito de febre amarela no Estado

 
A Secretaria de Saúde do Estado (Sesa) informou que o caso suspeito de febre amarela, divulgado no último boletim de Monitoramento dos Casos e Óbitos de Febre Amarela no Brasil, do Ministério da Saúde, foi descartado. A investigação sobre o paciente cearense foi feita e encerrada no dia 30 de março de 2017, conforme a pasta estadual.

O monitoramento federal traz dados de janeiro até o dia 27 abril deste ano. De acordo com o documento, divulgado na última semana, neste período, o Estado registrou um total de quatro casos notificados da infecção, dos quais três já foram descartados.

Ainda segundo o boletim, neste ano, há 715 ocorrências confirmadas da doença em seis estados brasileiros. A Sesa, no entanto, esclarece que a informação não é disponibilizada online, o que gera algum tempo entre a informação repassada pela Secretaria e a que é divulgada pelo Ministério. No próximo informe do Ministério da Saúde, este caso não estará mais classificado como suspeito.

No último dia 28 de abril, o órgão emitiu nota técnica com orientações a respeito da vacinação contra a febre amarela. O Ceará é considerado pelo Ministério da Saúde uma área sem recomendação da vacina, por não se tratar de região endêmica. Apenas pessoas que planejam viajar a estados com risco para a doença devem receber a imunização. 

Comisão do Senado aprova às pressas projeto que legaliza casamento gay; Malta garante reverter

 
A união entre pessoas do mesmo sexo, popularmente tratado como casamento gay, foi aprovada na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) na última quarta-feira, 03 de maio, em turno suplementar. O senador Magno Malta (PR-ES), protestou contra a manobra.

O texto do PLS 612/2011 prevê o reconhecimento da união entre duas pessoas do mesmo sexo, e se aprovado, dará caráter definitivo à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconhece a união civil de homossexuais desde 2011.

A votação na comissão ocorreu em caráter terminativo, em uma sessão que não contava com todos os integrantes do colegiado, o que motivou críticas de Malta, que prometeu apresentar recurso e derrubar, com a ajuda de outros parlamentares, a proposta no Plenário do Senado, impedindo assim de enviar o texto para apreciação da Câmara dos Deputados.

“A mim estranha muito que seja votado na presença de três senadores. Mas como nós sabíamos do que poderia acontecer, temos um recurso preparado para o Plenário e nós vamos requerer, protocolando à mesa. As assinaturas estão prontas há cerca de 1 mês e meio. Vamos requerer que seja levado ao plenário para que o conjunto dos cidadãos decida”, disse.

Sem meias palavras, Malta disse que é conhecido por sua postura conservadora a respeito do assunto, assim como dezenas de milhões de brasileiros que seguem a orientação cristã: “O Brasil já conhece bem a minha posição sobre esse tema, aliás a posição da maioria desta Casa, que conhece casamento e reconhece a Família nos moldes de Deus: macho e fêmea”.

“Este é um país majoritariamente cristão e tem parlamentar que fala para o eleitor uma coisa, mas na hora de votar esquece os valores éticos e morais. Não desrespeitamos os homossexuais, inclusive o vice-presidente do meu partido no Espírito Santo é um travesti respeitado. Só não aceitamos a hipocrisia”, disparou o Senador.

Assista:

Fonte: Gospel Mais

Record prepara novela sobre a criação do mundo

 
Próximas produções irão, literalmente, de “Gênesis” a “Apocalipse”  

A Rede Record é a mais antiga emissora brasileira em atividade. No ano que vem, no dia 18 de setembro, completará 65 anos no ar. Para comemorar a data, a direção do canal anunciou algumas de suas próximas atrações. Entre elas mais produções inspiradas na Bíblia.

O sucesso atual de “O Rico e Lázaro”, que mostra uma história tendo como pano de fundo a história bíblica do profeta Daniel, mostra que a emissora acertou em investir nesse filão. As narrativas com temática religiosa se tornaram uma espécie de marca registrada da emissora, que é ligada à Igreja Universal do Reino de Deus.

Além de render boa audiência por aqui, elas têm atraído um grande público em outros países onde são exibidas, como nos vizinhos Argentina e Chile

As primeiras informações sobre a nova novela, que só estreia em 2018 é que ela será baseada no Antigo Testamento, mais especificamente no seu primeiro livro. Com “Apocalipse” sendo confirmada para substituir “O Rico e Lázaro” no segundo semestre de ano, já estando em pré-produção.

Com previsão para estrear em outubro, “Apocalipse”, escrita por Vivian de Oliveira, deverá ter por volta de 150 capítulos. O diretor escolhido é Edson Spinello, que já dirigiu “Rei Davi”, “Amor e Intrigas” e “Bela, a Feia”, entre outras.

Apesar do título ser baseado no último livro do Novo Testamento, a história se desenrolará em um futuro próximo, mas não pretende seguir literalmente as Escrituras. Ela terá gravações internacionais com cenas rodadas em Nova Iorque, Roma e Jerusalém.

Por enquanto, os nomes divulgados foram os de Leonardo Vieira, o Balaão de “A Terra Prometida” e Míriam Freeland, que viveu Raabe na mesma produção. Além deles, anunciou-se que Guilherme Winter, o Moisés de “Os Dez Mandamentos”, viverá um personagem enigmático, que seria o Anticristo.

Sobre “Gênesis”, a emissora adiantou pouca coisa, apenas que enfocaria narrativas bíblicas, começando pela da criação.

Fonte: Gospel Prime

Arqueólogos acham novas evidências da Torre de Babel

 
Museu Smithsonian apresenta na TV achado de peça do Iraque

Uma tabuleta de pedra, com mais de 2.500 anos, que fala sobre a Torre de Babel foi encontrada no Iraque. Ela faz parte de uma coleção particular, pertence ao empresário norueguês Martin Schøyen, que possui um acervo de mais de 13.000 manuscritos e peças antigas.

O professor Andrew George, do Instituto Smithsonian, uma das instituições mais respeitadas do mundo no estudo de antiguidades, apresentou esta semana o material pela primeira vez.

Ele foi objeto de um programa de TV produzido pelo Canal do museu.
O arqueólogo escreveu em 2011 o livro “Inscrições Cuneiformes dos Reis”, onde analisa o material da coleção de Schøyen. A tabuleta contém um desenho do rei Nabucodonosor II, que governou Babilônia há 2.500 anos, ao lado de um enorme zigurate – estrutura piramidal, que era dedicada ao deus Marduk.

O texto que acompanha a figura menciona a “torre”, que os estudiosos acreditam ser uma referência inequívoca à Torre de Babel descrita na Bíblia. O mais provável é que Nabucodonosor II tenha restaurado ou reconstruído uma torre com os sete andares mostrados no desenho e uma grande escadaria. No topo, um local usado para observação das estrelas e realização de cerimônias religiosas.

Essa representação de Nabucodonosor é uma das quatro únicas no mundo. O professor George explica que as outros estão esculpidas em falésias no Líbano, em Wadi Brisa e em Shir es-Sanam. Destaca também que, dentre todas, a representação mais nítida está na tabuleta.

As ruínas de Babel se encontram em Hillah, no Iraque, cerca de 100 quilômetros ao sul de Bagdá. Há um sítio arqueológico que inclui um grande número de estruturas de edifícios. Foi encontrado o alicerce de um gigantesco zigurate.

Contudo, os relatos por escrito sobre o local são raros. A tabuleta apresentada por Andrew George é a única conhecida com uma representação gráfica. Durante muito tempo pesquisadores usaram esse argumento para afirmar que o relato bíblico seria apenas uma “lenda”.

Contudo, uma tabuleta de argila com escrita cuneiforme –  datada de 2500 a. C. – foi encontrada no Iraque e traduzida em 1872. Ela traz um relato controvertido que parece ser um paralelo à história bíblica da Torre de Babel: “…seu coração se tornou mal… Babilônia submeteu os pequenos e os grandes. Ele (uma divindade) confundiu seus idiomas… o seu lugar forte, que por muitos dias eles edificaram, numa só noite ele trouxe abaixo.”

Outro texto cuneiforme, produzido em cerca de 2200 a. C. e publicado em 1968, faz menção de uma época em que havia “harmonia de idiomas em toda Suméria” e os cidadãos “adoravam ao deus Enlil numa só língua… o deus Enki, senhor da abundância… e o líder dos deuses… mudou a linguagem na sua boca e trouxe confusão a eles. Até então, a linguagem dos homens era apenas uma.”

O texto de Gênesis 11 fala sobre uma torre construída pelos descendentes de Noé, com a intenção de eternizar seus nomes. Sua pretensão é que ela fosse tão alta que alcançasse o céu.

Isso foi visto como uma afronta por Deus que, para castigá-los, confundiu as suas línguas e os espalhou por toda a Terra.

Fonte: Gospel Prime

Brasil volta a se juntar a países islâmicos contra Israel na ONU

 
Resolução da UNESCO nega direitos de Israel sobre Jerusalém

A Organização das Nações Unidos para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) aprovou nesta terça-feira (2) mais uma resolução contra Israel. O documento, aprovado na 221ª Sessão Oficial da entidade, retira a soberania dos judeus sobre a cidade de Jerusalém. O texto, votado em uma reunião em Paris, na França, foi aprovado por 22 países, entre eles o Brasil. Houve 10 votos contrários e 26 abstenções, indicando que o assunto não é consenso.

O texto da resolução foi apresentado pelas nações islâmicas Argélia, Egito, Libano, Marrocos, Omã, Qatar e Sudão, em apoio à Palestina. Afirmando que Jerusalém “é importante” para as três religiões monoteístas (judaísmo, cristianismo e islamismo) não poderia ficar sob domínio de somente um país ou religião.

Em linhas gerais, repete-se a resolução aprovada na última reunião, em outubro do ano passado, que visava condenar a atuação de Israel sobre Jerusalém e trata o monte do templo, incluindo o Muro das Lamentações como locais sagrados apenas do islamismo.

Ao negar a ligação histórica dos judeus com o local, as Nações Unidas ignoram toda a narrativa do Novo Testamento, ou pior, transforma Jesus em uma personalidade muçulmana, embora ele tenha estado em Jerusalém 700 anos antes do surgimento do Islã.

Em diversas ocasiões, pastores e líderes cristãos alertaram que essa postura traz maldição ao Brasil, pois viola um princípio bíblico. O pastor Paulo de Tarso Fernandes, da Igreja Apostólica Betlehem,  e porta-voz do Conselho Apostólico Brasileiro se pronunciou sobre o assunto.

“O Brasil tem sido passado pelo fogo, e os que nos governam estão sob juízo e recusam-se a se arrepender, buscando desculpa e escapes para sua total destruição. Talvez estejamos vendo diante dos nossos olhos que o coração dos governantes do Brasil estão endurecidos por Deus, como O Senhor fez com Faraó. Nos cabe, como voz de Deus nesta nação, continuar a falar sem esmorecer, porque não vamos nos calar”, diz ele em nota enviada ao portal Gospel Prime.

Na semana passada, antevendo uma nova decisão do Itamaraty contra Israel, a pastora Jane Silva, presidente da Comunidade Internacional Brasil e Israel, vinha pedindo uma mobilização de cristãos brasileiros em oração. Em carta aberta ao presidente da República, citou Gênesis 12:3, lembrando a ele que a promessa de Deus continua válida. O texto diz: “Abençoarei os que te abençoarem, amaldiçoarei aquele que te amaldiçoar”.

“O que mais me preocupa é o Brasil estar indo na contramão das Santas Escrituras”, destacou, questionando por que o atual governo segue os passos do PT e se alia aos muçulmanos para negar a existência do Templo. Para a pastora, “surpreendentemente, o Brasil, um dos maiores países cristãos do mundo, desde 2012 tem votado consistentemente a favor desta resolução absurda”.

Negação da história
O texto que foi colocado em votação hoje vinha sendo duramente criticado pelas autoridades israelenses, que previam o novo ataque à sua soberania. Eles alegam que o organismo das Nações Unidas está “politizado” e “nega a história”, nesta que é a enésima resolução sobre Jerusalém. O que mais chama atenção é que a decisão foi tomada no dia em que se comemora os 69 anos da independência de Israel.

Além dos Estados Unidos, os críticos mais contundentes da decisão são os italianos. O ministro das Relações Exteriores, Angelino Alfano, disparou: “A Unesco não pode virar a sede de um conflito ideológico permanente”.

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 2 de maio de 2017

Sem previsão de retorno à presidência do Senado,Eunício Oliveira segue internado no Hospital Sírio-Libanês em São Paulo

 

presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB), continua internado no Hospital Sírio-Libanês e não tem previsão de quando reassume o comando do Congresso Nacional. O peemedebista realizou um exame minucioso chamado de pet-scan, uma espécie de check-up em todo o corpo, e nada foi encontrado.

O senador vai permanecer em São Paulo, nesta terça-feira, 2, para avaliação clínica e exames complementares. Eunício foi internado na  última, quinta-feira, 27, em Brasília e levado à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após sofrer desmaio.

As atividades da presidência do Senado serão coordenadas pelo 1° vice-presidente, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB).

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