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domingo, 5 de junho de 2016

Ideologia de gênero é discurso de esquerda sem base científica, aponta especialista; Assista

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A ideologia de gênero parece ser a ação mais ousada de ativistas gays com pensamento político alinhado à esquerda contra o modelo tradicional de família. A difusão dessas ideias e a tentativa de impô-las como matéria no conteúdo ensinado nas escolas públicas chamou a atenção de diversas lideranças cristãs, evangélicas e católicas, que passaram a agir em sentido contrário.
Em uma recente entrevista sobre o assunto, o articulista político Gilberto de Souza, do Instituto Inconformados e do Grupo de Ação Política da Igreja Batista da Lagoinha (IBL) em Belo Horizonte (MG), classificou a ideologia de gênero como uma falácia sem base científica.
“As pessoas que olham mais de longe se confundem, como se [a ação de combate à ideologia de gênero] fosse um tipo de pensamento que vai contra os direitos homossexuais, e não é isso. A ideologia de gênero está no campo das ideias, que não tem nada ligado à ciência, que simplesmente diz que a criança pode escolher se ela é homem ou mulher. Não é algo como na biologia que diz que homem é XY e a mulher XX”, afirmou Souza, em entrevista ao programa Mente Aberta, da Rede Super de Televisão.
“Teria de escolher o que ela é. E o que a gente sabe é a orientação que, aí sim, a pessoa pelo livre arbítrio, tem opção. Mas a questão de ser homem ou ser mulher isso é intrínseco”, acrescentou.
O entrevistador trocou em miúdos: “É uma ideologia, né? É uma cosmovisão, é como você vê uma realidade. E essa ideologia de gênero, é interessante a sutileza dela, porque parece que nem quem os homossexuais gostaram muito de que ela fosse difundida”, comentou.
Souza abrangeu a discussão e lembrou que a família é soberana na forma como educa os filhos e orienta em questões ligadas à sexualidade: “A convenção de Direitos Humanos prevê que a família tem todo o respaldo e direito de escolher a forma de criação dos filhos, e essa convenção é um tratado internacional, firmado no Brasil e tem status de lei. Neste caso, não pode uma lei que venha pautar um assunto desses que é entrar na família e tirar esse direito dela que é de criar seus filhos”, pontuou.
Assista na íntegra:
Fonte: GNotícias

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