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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Líderes evangélicos se unem a deputado para defender Israel

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Movimento pede que governo brasileiro reconsidere votos na ONU
A polêmica resolução aprovada pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) de virtualmente eliminar a ligação dos judeus com Jerusalém e o monte do Templo, gerou diferentes protestos por parte de judeus e evangélicos. O papa Francisco também se posicionou sobre o assunto, lembrando os relatos bíblicos onde Deus promete a Terra Santa para os judeus.
Existem claras implicações religiosas, uma vez que o documento só usa termos árabes para se referir ao complexo do Monte do Templo (do qual o Muro das Lamentações faz parte), reiterando a ideia de que seriam sagrados “apenas para os muçulmanos”.
Além disso, o texto foi proposto por Argélia, Egito, Líbano, Marrocos, Omã, Catar e Sudão, países islâmicos que apoiam o reconhecimento da Palestina como nação independente. Foram 24 votos a favor e seis contra, além de 28 abstenções. Apesar de ter votado com a maioria, o Brasil deixou claro que a resolução manteve problemas e linguagem incompatíveis com um tratamento equilibrado do tema, especialmente ao atribuir a Israel a responsabilidade pelo ciclo de violência na região.
O deputado federal Roberto de Lucena (PV/SP) pediu explicações do Ministério das Relações Exteriores sobre esse posicionamento. Ele é pastor da igreja O Brasil para Cristo e um defensor da boa relação do Brasil com Israel. O parlamentear gravou um vídeo explicando sua preocupação com o assunto.
Nele, destacou que “O Brasil contribuiu para que tenhamos um documento justo, equilibrado é contribuir para que tenhamos a paz em Israel e no mundo”. Lembrou ainda que “há um componente de benção ou de maldição para aquele que abençoar Israel ou voltarem as costas para Israel”.
Lucena está trabalhando junto à bancada evangélica e a bancada católica da Câmara dos Deputados, bem como a entidades representativas dos judeus para que se abra um debate sobre o assunto no campo político, que pode refletir na posição adotada pelo Itamaraty daqui por diante.

Apoio de ONG e lideranças evangélicas

Andrea Fernandes, que é advogada internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires, manifestou seu apoio a iniciativa. Ela acredita que “É uma incoerência abissal o Brasil apoiar uma deliberação da UNESCO que contraria fatos históricos irrefutáveis. Durante séculos os historiadores e escritores islâmicos reconheceram o Muro das Lamentações como parte remanescente do Segundo Templo judaico. O discurso palestino que tenta mudar a história e negar achados arqueológicos faz parte de uma jogada política para assegurar que apenas os muçulmanos têm direito à Jerusalém, seus santuários e monumentos. O próximo passo será pedirem à ONU que divida a cidade e reconheçam a porção oriental como sua capital”.
O pastor Paulo de Tarso, da Igreja Bethlehem de São Paulo, ligado ao Conselho Apostólico  Brasileiro, afirmou que há muitas igrejas acompanhando de perto esta questão e que vários líderes religiosos em breve deverão ir a Brasília para manifestar junto ao governo o seu apoio a Israel.
Conselho Apostólico
Ele afirmou ao Gospel Prime: “A Igreja envolvida com a política, tornando-se partidária, perde a capacidade de ser um testemunho de Cristo. Nenhum de nós, no entanto, pode se tornar indiferente quando o assunto é Israel. Cremos nas palavras da Bíblia e de que o destino de Jerusalém é ser um Local de convergência das nações, para a adoração. Sabemos pelas Escrituras que Deus deu a Terra de Israel ao povo judeu, e o Monte Moriah, onde foi edificado o Templo, que deveria ser casa de oração para todos os povos, como lembrou o próprio Jesus”
Explicou ainda que estão lançando um abaixo-assinado virtual, o qual convida que seja assinado por todos os cristãos brasileiros que amam Israel. “Oramos pela paz de Jerusalém e também temos nos alinhado em posições naturais, usando o expediente político, além de promover manifestações populares, pacíficas e legais, para mostrarmos nossa concordância com a Palavra de Deus e a vontade do Eterno para o seu povo, tanto cristãos quanto judeus”, enfatizou.
O documento, chamado “Posição dos cristãos brasileiros com relação à Israel, e lugares sagrados e o povo judeu”, pode ser acessado no site Change.org.
Fonte: Gospel Prime

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